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    por  • 6 de abril de 2013 • 

    Imagine Sua Beleza Renovada!

    O cirurgião plástico de Londrina, Paraná, Dr. Walter Zamarian Jr. está rapidamente se tornando um dos nomes mais respeitados da cirurgia plástica no Brasil. Seguindo os passos de seu pai, Dr. Zamarian lidera uma equipe de profissionais que atende a pacientes de Londrina, Paraná, Brasil e exterior. Dr. Walter Zamarian Jr. é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e tem recebido numerosos reconhecimentos na sua especialidade. Ele se dedica a ajudar você a alcançar seus objetivos cosméticos em um ambiente amigável e aconchegante.

    A Clínica Zamarian dispõe de novas e avançadas tecnologias. Dr. Zamarian se dedica em ajudar você a melhorar seu perfil, quaisquer que sejam seus objetivos. Sua missão é tornar sua visita a mais segura, para que você realize sua do modo mais eficaz e recompensador possível.

     

    Conheça o Dr. Zamarian

    Dr. Walter Zamarian Jr. é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plastica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica, da Associação dos Ex-alunos do Professor Ivo Pitanguy – AExPI e atuou como cirurgião plástico na Unidade de Queimados do Hospital Universitário de Londrina. Sua Clínica é um dos principais destinos de cirurgia plástica Londrina, Paraná. Graduou-se em medicina pela Universidade Estadual de Londrina, onde também completou dois anos de residência em Cirurgia Geral. Ele adquiriu uma visão internacional da cirurgia plastica durante os três anos em que operou com renomados cirurgiões de vários Países no Rio de Janeiro durante sua pós-graduação na Clínica Ivo Pitanguy e na 38ª Enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Sua missão não é apenas alcançar a melhora estética ao corrigir um defeito, mas também manter um equilíbrio entre a mente e o corpo.

    Dr. Walter Zamarian Jr. realizando Cirurgia Plástica Londrina, Paraná, Brasil
     

    Dr. Zamarian é Membro Internacional da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica – ASPS, a mais importante entidade da especialidade do mundo, nos Estados Unidos.

     

    O que é a Cirurgia Plástica?

    O termo plástica deriva do grego “plastikos”, que significa modelar ou mudar a forma. Não há um órgão específico para a realização da cirurgia plastica, podendo ser realizada em diversas partes do corpo. Não existe uma definição completa sobre cirurgia plástica. O cirurgião plástico Joe McCarthy definiu uma vez como sendo a “especialidade que resolve problemas”. Outra definição, mais grandiosa, foi mencionada por um médico residente como sendo a “cirurgia da pele e do seu conteúdo”. Como a cirurgia plástica não é direcionada a um órgão específico, ela não tem fronteiras. Assim, a cirurgia plástica é dotada de liberdade, mas ao mesmo tempo de vulnerabilidade. Essa vulnerabilidade é o que faz com que faz com que o cirurgião plástico busque sempre a excelência nas áreas que domina, estando em constante e incessante procura por aperfeiçoamento de suas técnicas e desenvolvimento de outras técnicas inovadoras.

    A cirurgia plastica é mais baseada em princípios do que propriamente em detalhes de procedimentos específicos. Isso permite ao cirurgião plástico resolver problemas incomuns, permitindo que ele realize cirurgia plástica desde o fio de cabelo da cabeça até o dedão do pé, e aplicar procedimentos conhecidos às mais diversas partes do corpo, permitindo que ele seja inovador.

    Nenhuma outra especialidade recebe, da mídia, a mesma atenção dada à cirurgia plástica. Ao mesmo tempo, nenhuma outra especialidade é tão pouco entendida. Apesar de a população relacionar a cirurgia plástica somente com cirurgia estética, ela tem sua herança na cirurgia reparadora. A cirurgia estética é um componente importante da cirurgia plastica, mas que se soma à diversas possibilidades da cirurgia reparadora, informa Dr. Walter Zamarian Jr.

     

    A Evolução da Cirurgia Plástica

    Hoje no Brasil – país vice-líder em número de cirurgias plásticas – há cerca de um cirurgião plástico para cada 44 mil habitantes. Os dados são da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e mostram que por aqui há mais médicos com essa especialidade proporcionalmente até na comparação com os Estados Unidos, país campeão em número de procedimentos plásticos que tem 1 especialista para cada 50 mil habitantes. A última estatística disponível (de 2011) aponta que por ano são feitas mais de 1,1 milhão de cirurgias plásticas em território norte americano contra 905 mil no Brasil. Em terceiro lugar está a China com 415.140 procedimentos.

    O interesse e procura por procedimentos plásticos, tanto estéticos como reparadores, crescendo ano a ano, atraindo pessoas com os mais diversos desejos. Pelas mãos dos cirurgiões, muitas vidas se transformaram, regatando autoestima, a feminilidade, a autoconfiança, as pazes com o próprio corpo e até reconstruindo marcas de uma história nem sempre feliz. E isso mesmo há milênios, ainda antes da idade de Cristo.

    As primeiras referências encontradas para tratamentos reparadores são do período entre 3.000 a 2.500 anos A.C. Papiros egípcios faziam tratamento de fratura nasais. Já as técnicas de reconstrução nasal datam de 800 anos A.C. Foi na Índia que elas tiveram as primeiras experiências com Sushruta Samhita, o pai da cirurgia plástica que escreveu o tratado médico batizado com seu nome. No documento, ele explicou um procedimento tradicional para a realização de cirurgia reconstrutiva de nariz. Suas técnicas de rinoplastia atravessaram o tempo e as culturas. Os instrumentos descritos no Sushruta Samhita foram modificados e aperfeiçoados no mundo ocidental.

    O cirurgião indiano desenvolveu técnicas de rinoplastia para reconstruir narizes que foram amputados por punições religiosas, criminais ou militares, prática comum nesse período. Técnicas que foram utilizadas ainda para restaurar o nariz de soldados danificados em batalha.

    Aliás, as guerras motivaram o surgimento de novas técnicas de reconstrução milênios depois. Podemos dizer que a história da cirurgia plástica tem também forte ligação com a história de superação do pós-guerra, no início do século XX. Soldados mutilados na Primeira Guerra Mundial encontraram um caminho de recuperação e resgate pelas mãos do médico da Nova Zelândia, Sir Harold Gillies. Era 1916 quando ele fez a primeira cirurgia no soldado Willie Vicarage, atingido no rosto por um tiro. Por ser precursor dessas transformações estéticas, Gillies é considerado o pai da cirurgia plástica moderna. Ele devolveu a harmonia a muitas faces destruídas em combate, abrindo caminho para curar também a alma com o alívio dessa dor física.

    A beleza é algo que a humanidade busca ressaltar desde os primórdios. Antes mesmo da idade de Cristo, encontramos manifestações em busca da beleza. Pinturas nos corpos, colares, registros históricos de reconstruções: médicos indianos realizavam transplantes de pele e reconstruções nasais ainda no século VIII a.C, período no qual a amputação do nariz era um castigo para certos crimes. Esses caminhos encontraram aperfeiçoamento com o desenvolvimento da medicina e, principalmente, com a descoberta da anestesia geral, em 1846, por Willian T.G. Morton.

    Estava criado o terreno fértil para a cirurgia plástica nascer e conquistar médicos e pacientes em todo o mundo. A arte de moldar e remodelar qualquer parte do corpo é hoje feita em todos os continentes, cada qual respeitando a cultura, hábitos e biotipos de cada país.

     

    Números e Procedimentos pelo Mundo

    O Brasil ocupa a vice-liderança em números absolutos de cirurgias plásticas realizadas. Mas considerando alguns procedimentos específicos, somos campeões: nosso país é líder mundial no número de colocação de prótese no glúteo (gluteoplastia), rejuvenescimento vaginal (cirurgia íntima) e cirurgia para corrigir orelhas de abano (otoplastia). Em 2011 foram realizadas 55.746 cirurgias íntimas no mundo – 9.043 só no Brasil (mais de 16%). Falando em cirurgias que aumentam o bumbum, foram 75.591 em todo o mundo, 21.452 no Brasil (28% do total).

    Entretanto, a campeã na preferência nacional ainda é a lipoaspiração, seguida da cirurgia de colocação de próteses de silicone nos seios. Em 2011, foram feitas 211.108 lipos e 148.962 cirurgias de aumento de mamas. Outro procedimento que vem se destacando por aqui é a blefaroplastia (cirurgia para corrigir as pálpebras). Em 2011 o número de cirurgias com essa técnica chegou a 90.281.

    Em todo o mundo, considerando os procedimentos somados, a lipoaspiração também é a campeã na preferência – ela chega a atingir a marca de 20% de todos os procedimentos cirúrgicos plásticos e chegou à marca de 1.268.287 procedimentos em 2011. A técnica é recente. No Brasil, a primeira lipoaspiração ocorreu em 1980, conduzido pelo cirurgião francês Yves Gerard Illouz, precursor da lipo. No procedimento foram retirados 4 litros de gordura localizada nas coxas. A primeira lipoaspiração realizada no mundo é de 1978 feita, claro, por seu criador, Dr. Yves Illouz, na França.

    Considerando os países isoladamente, temos curiosidades culturais. Na China, por exemplo, a lipoaspiração também é a cirurgia mais realizada, mas o país é o campeão em número de rinoplastias (nariz): em 2011, 51.680 procedimentos modificaram essa parte do corpo nos chineses. Em segundo lugar está o Japão, com 46.599 rinoplastias realizadas. Já nos Estados Unidos, a cirurgia mais procurada é o aumento das mamas: 284.351 cirurgias dessa natureza feitas em 2011. Na França, o aumento dos seios também ocupa o primeiro lugar com 41.484 procedimentos.

    A técnica de aumento dos seios com uso de próteses de silicone já completou 50 anos. A primeira mulher a ser submetida a ela foi a americana Timmie Jean Lindsey, em 1962.

    Todos os dados numéricos foram extraídos de pesquisa feita pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) envolvendo os 25 países onde mais se realizam cirurgias plásticas no mundo. O ano de base é 2011.

     

    Aperfeiçoamento e Segurança

    Desde a primeira cirurgia corretiva na face feita pelo Dr. Harold Gillies muita pesquisa e estudo foram conduzidos para aperfeiçoar a técnica. Segurança e resultado são duas palavras que sempre estiveram presentes entre os especialistas. E um dos caminhos para buscar a excelência foi – e continua sendo – o aperfeiçoamento constante.

    Esse objetivo, aliás, foi o grande motivador da criação da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, em 1948. Atualmente composta por cerca de 5,2 mil cirurgiões plásticos, a SBCP segue buscando o aprimoramento profissional e luta para que o procedimento seja realizado apenas por profissionais habilitados – que passaram por anos de estudo: 6 em medicina, 2 em cirurgia geral e 3 em cirurgia plástica.

    No Brasil não é obrigatório ser cirurgião plástico para operar, basta ser médico. Mas dados estatísticos comprovam que os anos de especialização fazem diferença não só no resultado final como na segurança do procedimento. Por isso é indicado que o paciente procure um médico especialista membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

    Foi graças à formação específica dos cirurgiões plásticos combinada ao surgimento de novas técnicas, anestesias e aparelhos cirúrgicos modernos e precisos que a cirurgia plástica conquistou mais segurança ao longo dos anos e possibilitou tantas mudanças bem sucedidas em pacientes descontentes com alguma característica, aspecto ou cicatriz no corpo.

     

    Agende uma Consulta na Clínica Zamarian de Cirurgia Plástica Londrina, Paraná

    Para aprender mais sobre as modalidades de cirurgia plastica que Dr. Zamarian oferece, por gentileza, entre em contato com a Clínica Zamarian de Cirurgia Plástica em Londrina, Paraná, e agende uma consulta.
     
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